A evolução do cervejochato

Estágio 1 – Putinha da Reinheitsgebot: Essa cerveja não segue as normas da Lei de Pureza alemã, que lixo!

Estágio 2 – O HopLover: Cadê o lúpulo dessa breja? Até consigo notar a presença de um malte caramunich aqui… Se fosse pra tomar algo doce pediria um Dolly!

Estágio 3 – O anti-milho (anti-AmBev): Essa cerveja tem 45% de milho, não beba essa merda! Maldito Brasil, é tudo culpa dos Petralhas/Coxinhas!

Estágio 3,5 – O anti-milho transgênico (pq descobriu que a Stella Artois tem milho na receita e acredita que toda cerveja belga é boa, não importa qual): Diga não ao milho transgênico nas cervejas! Não sabemos o que ele causa!! (e come um Doritos)

Estágio 3,8 – O anti-Cervejas-de-masssa-da-AmBev (pq descobriu que a AmBev é dona de umas cervejarias foda por aí): Não beba essas cervejas tipo Skol! É tudo um lixo comercial! 

Estágio 4 – O Beer Hipster: Essa cerveja era boa antes de ficar popular, agora o sucesso deles subiu à cabeça. Hoje só bebo uma cerveja do noroeste da Finlândia que é feita em parceria com uns monges trapistas que trairam a ordem para virar travestis em Berlim.

Estágio 5 – Desconhecido: Não há registros de cervejochatos além do Hipster, uma vez que esse perde todos os amigos e não é visto e bares conhecidos por seres humanos.

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2 comentários

  1. Dr. Frozen – “Cerveja tem que estar quase congelando, ai sim fica gostosa. Não sei como você consegue beber estas cervejas estranhas, é muito ruim”

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