Palm Royale, uma belga que não vale os 10 conto…

Toda vez que passo pelos supermercados daqui de Sampa, na verdade de qualquer cidade, é obrigatória a passada pela área das cervejas. De vez em quando encontramos coisas boas, outras vezes a única coisa que o mercado considera especial são cervejas sem álcool ou as versões premium/extra das brejas já conhecidas.

Uma passada rápida no Carrefour do Tatuapé (indo encontrar a namorada na Z/L) rendeu uma compra interessante: Palm Royale (site muito bem humorado, vale a visita), uma Belgian Ale importada pela Bier&Wein, que também traz Erdinger, Höfbrau München e outras brejas bem legais.

É a cerveja do pequeno pônei. (tá, desculpa, piada ruim)

Essa belgian ale tem um leve aroma de banana (não é tão forte quanto a Weizen da Bamberg, tem que prestar atenção), mas o que mais aparece é o malte. A espuma de cor creme é muito densa, lembrando a Leffe Bonde na sua formação e, apesar da cor dourada, não percebi nada muito torrado no sabor (o que ajuda a dar essa cor à breja). A presença do lúpulo está no final amargo que essa ale tem.

Segundo a informação no rótulo a cerveja termina de fermentar na garrafa, mas não vi sedimentos (posso estar enganado, mas eu sempre achei que fermentada na garrafa deveria ter algum sedimento), enfim… Ela tem 7,5% ABV.

Paguei R$ 10,00 numa long neck. Sinceramente? Não vale a pena, algumas micros nacionais são mais baratas e mais legais que essa belga.

Publicado por Fio Cavallari

Analista de segurança, pesquisador de malwares, guitarrista ruim e imitador do Silvio Santos.

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