Köstritzer Schwarzbier poderia ser seu password…

Recebi um e-mail na lista da AcervA Paulista falando de uma promoção de Flying Dog Dogtoberfest + copo por menos de R$ 2,00 no Sam’s Club. Fui correndo, fiz meu cartão desse clube de compras e… “Acabou a cerveja senhor…”

Pra não perder a viagem, e fazer valer meus R$ 45,00 gastos para entrar no clubinho, resolvi dar aquela olhada nas brejas disponíveis, promoções e afins. Como não tinha nada que saltava aos olhos na loja que fui (Sam’s Club da Lapa), acabei levando algumas cervejas que nunca tinha ouvido falar… Uma delas é a Schwarzbier da Köstritzer (esse nome poderia ser o seu password, hein? acho que o da minha wifi vai ser esse).

Logo na lata duas coisas chamaram a atenção: Cerveja feita seguindo a lei de pureza alemã (então não vou encarar adjuntos malucos) e um selo que diz “Germany’s #1 Black Lager Beer“. Isso já me empolgou e comecei achar que pagar cerca de R$ 4,00 nessa Schwarzbier era um bom negócio…

Essa é a primeira Schwarzbier que entra no rol de cervejas degustadas pelo Beer Hacking, já estava mais que na hora de uma Lager entrar na brincadeira. O nome é complicado, mas a tradução é simples: Cerveja Preta. Mas diferente das cervejas pretas que você conhece, que, normalmente são as Malzbiers, Dunkels ou Sweet Stouts, essa breja usa maltes torrados (para seguir a leizinha lá…).

Além de ser uma das cervejas mais populares do estilo, esta breja é a primeira Schwarzbier documentada no mundo, ou seja, estamos criando uma expectativa muito boa…

Ao servir, o colarinho não convenceu, bege, com bolhas grandes e se desfez tão rapidamente que quase não consegui tirar a foto. O aroma de malte torrado, leve chocolate e café. No paladar, aguada… Sério, eu esperava mais… Talvez por gostar das Stouts encorpadas e complexas, o sabor dessa Schwarzbier ficou no torrado do malte e café… Lúpulo? Ah, sinceramente não percebi se tinha…

Dei uma pesquisada na internet e me parece que essa breja sai melhor do tap (chopeira), mas ela não é ruim. Essa cerveja é bem leve, refrescante e fácil de beber. Não reclamaria em nada se tivéssemos uma dessas sendo servida nos bares brasileiros junto com as American Adjunct Lagers da vida…

Publicado por Fio Cavallari

Analista de segurança, pesquisador de malwares, guitarrista ruim e imitador do Silvio Santos.

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