Como fazer sua namorada tomar cerveja: A Saga (parte 2)

A Saga continua, não desistimos, não nos calamos, não paramos de tomar cerveja, não somos anônimos, somos cervejeiros e gostamos de cerveja de verdade. E mais que tudo isso, queremos que nossas namoradas, noivas, esposas e afins dividam esse momento com a gente.

Esta é a segunda parte desta saga cheia de mistério, romance, ação e cerveja! (se você chegou aqui pela Trilha da Cerveja, aproveite e conheça o resto da saga… Infelizmente achei que a Ingrid não entendeu a brincadeira. Parte 1, Parte 3, Final e Desabafo).

Começamos por algumas cervejas normais e especiais (Brahma Black, Colorado Appia e Deimoselle), ficou bem claro que as Porters não são o caminho e muito menos as cervejas normais, por isso nas próximas tentativas fugiremos das mais conhecidas e apostaremos nas mais elaboradas, artesanais e principalmente com amargor mais baixo.

Dia dos namorados, aquele romantismo no ar, jantar em uma cantina no Bixiga à luz de velas, coisa linda… Então, aproveitando todo esse clima, resolvi aproveitar e apostar em uma cerveja muito especial da Bodebrown (e sem dizer que foi dica do próprio Samuel pelo twitter – pena que perdi o tweet): A Cerveja do Amor, uma Weiss com amoras, SIM! AMORAS! Agora não tem jeito de ela não gostar.

Não sou muito chegado nas Fruit Beers, sinceramente acho a aposta válida e provo sem problemas, mas não acho que se tornaria a minha cerveja favorita… Enfim, minha opinião aqui não importa, essa breja é pra minha namorada e a ela que deveria gostar.

Começamos pela garrafa com o formato padrão da Bodebrown, bem diferente das garrafas padrão de 600ml, no rótulo a pintura Pyrame et Thisbé de Pierre-Claude Gautherot. É uma história babilônica estilo Romeu e Julieta (história no link). Então, tudo pra dar certo…

Quando servida a espuma foi bem baixa bem no estilo das Fruit Beers; a cor me agradou, sem aquele rosa com cara de artificial de algumas cervejas com cereja que já tomei. Não tinha o aroma doce que eu esperava, talvez seja a temperatura. O sabor de frutas vermelhas estava bem leve e, diferente das outras Bodebrown, não chegou a surpreender.

Enquanto eu degustava, minha namorada deixava o copo de lado e pedia para que eu terminasse de beber… É, não agradou. Como ela não tem experiência e ainda precisa ser catequizada nesse mundo cervejeiro, se limitou a dizer: não gostei.

Terminei a cerveja e fomos curtir o restinho que nos sobrava de dia dos namorados…

Ah, mas a saga continua! Aguardem…

Publicado por Fio Cavallari

Analista de segurança, pesquisador de malwares, guitarrista ruim e imitador do Silvio Santos.

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