Hackeando Cervezas Mexicanas (Parte 2)

Como não podia postar do avião, anotei minhas expressões no meu bloco de notas e queria postar assim que chegasse no México, mas acabei me demorando.

Como não tive coragem de pagar R$ 14,90 em uma Eisenbah Pale Ale na lojinha do aeroporto Governador Franco Montoro (vulgo Cumbica), minhas primeiras cervejas da viagem foram dentro do avião. Com opções de cervejas “brazucas” e “chicanas”, resolvi partir pra guerra e enfrentar meu destino insólito.

A primeira cerveja da viagem: Corona Extra, fabricada pela Modelo. Esta cerveja é uma American Lager padrão, pouco lúpulo, pouco aroma, mas é leve e refrescante. Acho que cairia melhor em Cancún que dentro de um avião, mas era a única opção até então.
Enfim, uma cerveja que nenhum brasileiro reclamaria.

A harmonização forçada era um frago estranho (como na foto) ou uma carne pior ainda.

O carrinho com as bebidas passou e vi que tinham outra latinha de cerveja, uma prateada e resolvi arriscar. Com meu portuñol digno de jogadores de futebol, pedi a cerveja. Uma Tecate Light… Mas como a brincadeira era provar o que tivesse e que fosse mexicana não reclamei muito.

Não gosto de cervejas light, acho que perde-se muito das características da cerveja, e como uma American Lager de larga escala já tem pouca personalidade, uma light então, nem se fala…

Uma cerveja ruim, sim, ruim mesmo. Aroma não apareceu, o gosto de milho cozido prevaleceu sobre o que poderia existir de malte, lúpulo? Apenas um leve amargor, mais nada. Estava tão carbonatada parecia coca-cola com mentos quando colocado na boca.

Ainda no avião haviam outras cervejas: Corona Light e a Tecate normal, mas as comissárias não me deixaram beber mais nenhuma.
Então o jeito é esperar mais algumas horas e tomar umas brejas em terra firme.

 

Publicado por Fio Cavallari

Analista de segurança, pesquisador de malwares, guitarrista ruim e imitador do Silvio Santos.

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