Bela Rosa, bela…..

Publicado: outubro 14, 2015 por Sansquer em Degustação
Tags:

Se tem uma coisa interessante na popularização das cervejas artesanais é o descobrimento de que a Lei da Pureza é legal, mas não deve ser restritiva à criatividade do cervejeiro. Com isso o uso de ingredientes diferentes é bem vindo e gera novos sabores.

Com isso em mente a Bohemia decidiu no final do ano passado (Ok, um pouco atrasado, mas só as achei agora) criar uma série de cervejas que tivessem “sabores brasileiros” e chamou o chef Felipe Bronze para se unir à mestre cervejeira Daniela Dezordi e criarem a Bela Rosa, Caá-Yari e a Jabutipa.

Bela RosaAqui vamos falar da Bela Rosa, uma Witbier de cor clara e aparência turva que leva toques de Pimenta Rosa, mas além disso ela leva laranja e coentro na receita fazendo com que tenha uma sabor cítrico e refrescante, excelente para acompanhar um peixe, uma salada e fácil de beber…. Mas não empolga, pelo simples motivo que o principal ingrediente dela, a Pimenta Rosa, sumiu no paladar.

O aroma é bem gostoso e eu senti bem o cheiro do coentro e da laranja, mas ao tomar estes sabores continuaram mascarando a pimenta e não deixando aquela sensação picante na boca, se não disser que tem pimenta na receita, dificilmente saberia pelo sabor.

E como é uma série especial e tem um preço especial, não acho que vale a pena, comprar pela curiosidade para fazer check-in no Untappd beleza, mas se já experimentou e gosta do estilo Witbier, vá de Hoegaarden e seja feliz.

Logo mais falarei das outras 2 da série.

Cerveja: Bela Rosa
Cervejaria: AmBev
Geo: Brasil
ABV: 5,2%

Sem Glúten, mas com algum sabor

Publicado: maio 1, 2015 por Sansquer em Degustação

Sempre há no mundo modismos que prometem os mais variados milagres se apropriando de conceitos existentes e os distorcendo para seus objetivos. Um dos mais comuns hoje é transformar o Gluten em vilão e criando um mercado onde pessoas saudáveis tem a ilusão que elimina-lo da sua dieta seja um passo em direção à vida eterna e o corpo desejado (não pra vocês do Tumblr que acham errado a pessoa querer ser magra).

O ponto é, tirar o glúten da alimentação é uma necessidade apenas das pessoas que possuem a doença celíaca é um transtorno autoimune do intestino delgado que ocorre em pessoas geneticamente predispostas de todas as idades a partir de meados da infância. Os sintomas incluem dor e desconforto no sistema digestivo, obstipação e diarreia crónicas, atraso do desenvolvimento fisiológico em crianças, anemia e fadiga. Muitas das pessoas com a doença apresentam insuficiência de vitaminas devido à diminuição da capacidade do intestino delgado em absorver de forma eficaz os nutrientes dos alimentos.

A doença celíaca é causada por uma reação à gliadina, uma prolamina (proteína do glúten) presente no trigo, e a proteínas semelhantes presentes na tribo das Triticeae (que inclui outros cereais comuns como a cevada e o centeio). Quando exposta à gliadina, o sistema imunitário reage com o tecido do intestino delgado, causando uma reação inflamatória. Isto provoca a atrofia das vilosidades intestinais responsáveis pela absorção de nutrientes, o que está na origem da má-absorção intestinal. O único tratamento eficaz conhecido é uma dieta sem glúten durante toda a vida. É algo sério, onde em casos mais extremos uma pessoa alérgica a glúten pode até ir a óbito com o seu consumo,

Mas se você não é diagnosticado com esta doença terrível e que limita a sua vida de seus portadores em vários pontos, eliminar o glúten da sua alimentação não tem efeito prático nenhum, a não ser criar um mercado para se criar um motivo para pessoas saudáveis consumirem itens mais caros, mas divago….

Isso é um site sobre cervejas e sabemos que este elixir possui um cereal em sua composição (a cevada ou trigo, caso você seja um novato) e com isso as pessoas que possuem esta doença não posem usufruir da nossa querida bebida.

Não mais, pois eis que inventaram um processo chamado de “Degradação do Glúten”onde é possível produzir uma cerveja que seja apta para estas pessoas. O processo de fabricação de cerveja sem glúten ocorre submetendo a cerveja, durante sua produção, a um processo de protease completa com enzimas que degradam o glúten e que será posteriormente removido da cerveja, possibilitando seu consumo por pessoas portadoras da doença celíaca.

Cerveja sem glúten

Lager – Lake Side | Cerveja sem glúten

No Brasil a Lake Side Beer, que é feita em Passo Fundo/RS, é a primeira cerveja brasileira Glúten Free. E para se ter uma ideia de como isso deve ser pensado no processo como um todo, a microcervejaria passou por um processo de descontaminação que durou 4 meses para garantir a integridade do processo e a segurança na produção da cerveja. O processo utilizado e que garante a degradação do glúten presente na cevada é exclusivo e protegido por pedido internacional de patente.

Eu achei a Lake Side em uma loja perto do metrô Tucuruvi e fiquei com o cartaz dizendo “Cerveja Sem Glúten”e decido experimentar (até para voltar a escrever aqui).

A cerveja tem um espuma média, mas que dura puro e um aroma suave, pouco frutado, mas lupado o que se reflete no sabor também, fazendo com que ela tenha mais gosto que uma Lager comum. Tem uma cor dourada, bonita um teor alcoólico de 4,5%, podendo ser uma bela opção para os celíacos, mas que não acredito que vá fazer alguma diferença para as outras pessoas,  servindo apenas como curiosidade.

Um ponto interessante é que ela é vendida em garrafas de 600ml ao contrário das importadas que são encontradas em long-necks.

Slow Brew Brasil 2014

Publicado: novembro 3, 2014 por Fio Cavallari em Diário de bordo
Tags:

TL;DR: O evento foi muito legal. Sim, ocorreram alguns problemas, muitos mimimis, mas foi compensado por muita gente fina, muita cerveja boa e eu volto ano que vem.

Agora segura o post gigante.

Tenho ido a muitos poucos festivais cervejeiros, seja por conflitos de agenda ou falta de dinheiro tempo 🙂
A primeira vez que tive a oportunidade de sentar num stand de uma cervejaria que não conhecia ou que era fã foi durante a Brasil Brau de 2011, foi fantástico poder conversar mesmo que por alguns poucos minutos com Marco Falcone da Falke bier sobre a Vivre Pour Vivre (lançamento na época) e poder tomar um gole dessa breja fantástica junto com seu criador. Também conversei com o Marcelo Carneiro da Colorado e provei a até então Grão Pará, hoje Berthô… Conheci a galera da OPA que me deixou escorar por um bom tempo.

Enfim, não era um festival de cervejas como o Slow Brew Brasil se propõe, mas estou só explicando um pouco as expectativas que eu tinha do evento…

A primeira vez que ouvi sobre o Slow Brew foi numa rádio daqui de Ribeirão Preto, uma propaganda bem tosca, que mandava o ouvinte procurar no Google por “Festival da Cerveja de Ribeirão Preto”. Na hora já imaginei que o site deles deveria estar em algum provedor grátis da vida, sendo complicado passar numa propaganda de 30s. Mas não, http://www.slowbrewbrasil.com.br era o site.

E por falar em site, que coisa horrorosa era a primeira versão, parecia ter caído de 1990 por um vortex temporal até 2014. Lembra aqueles sites feitos no Word? Então, bem ruim… Informações desencontradas, comunicação meio falha, ou seja, tudo pra desistir do evento. O interessante era ver que no site ele já dizia ser o melhor e maior festival de cervejas do interior de São Paulo.

Porra, como pode um evento que nem aconteceu ainda, que malemá tem três cervejarias confirmadas se auto afirmar como o MELHOR de todos… Não comprei no primeiro lote por duvidar muito que isso fosse rolar.

Os dias foram passando, os organizadores entraram em contato sobre meus posts e venderam o peixe. Houve um evento pra imprensa e a impressão dos meus amigos jornalistas/blogueiros que participaram foi boa. Mas o que me fez comprar os ingressos no segundo lote foi o parecer de meus amigos cervejeiros que exporiam no evento. Se os caras estão arriscando colocar a marca da empresa deles nesse evento, talvez desse certo.

Uma das atrações seria um concurso de homebrew e claro que me interessei, mas antes que pudesse brassar a ESB para o concurso, me acidentei em uma cama elástica brincando com a minha filha, o que mudou completamente os planos cervejeiros aqui em casa. Foi um acidente bem grave e ainda estou em recuperação, a sorte foi que consegui a liberação do médico para ir ao evento, de cadeira de rodas, mas poderia ir.

O evento foi ficando parrudo e mais de 30 cervejarias confirmaram presença, dentre as quais algumas favoritas desse que vos escreve: Tupiniquim, Way, Küd, Colorado, Sauber e Urbana. Algumas delas eu conheço desde a época de panela, o que é uma honra muito grande.

Mas um flag ligou quando vi dentro da lista de cervejarias confirmadas a famigerada Germânia, conhecida como a cerveja com G de genérico, que produz Adjunct Lagers baratas e é a alternativa para todos aqueles churrascos de baixo orçamento. O que esses caras fazem num evento de cerveja artesanal? Será que a organização chamou pra fazer número?

E os questionamentos começaram a surgir. O principal era: Quantos litros seriam servidos no evento?

A resposta foi assustadora: 14000

Por que assustadora? Eram esperadas 4200 pessoas durante o dia. E ter apenas 3 litros por cabeça é muito pouco. Principalmente se todo mundo quiser tomar a mesma cerveja, aí cai pra 20ml pra cada um… As minhas expectativas começaram a cair. Já me preocupava em não poder provar as novidades.

Chegou o dia do evento, peguei minha cadeira de rodas e partimos pro evento. Chegamos 30 min antes de abrir o credenciamento (10 da matina) e a fila já começava a formar, menos de 50 pessoas, alguns falavam em encher a cara, outros discutiam sobre cervejarias e tentavam adivinhar as novidades, eu encabeçava a fila na cadeira de rodas, atraindo olhares de vários tipos.

Entrada - Foto: Slow Brew Brasil

Entrada – Foto: Slow Brew Brasil

Entramos e o credenciamento foi extremamente burocrático. Papéis para preencher, dados pra verificar e a “vantagem” de entrar primeiro da fila não foi tão grande. Mas posso ter tido azar de pegar uma moça mais devagar no processo, eram 10 pessoas credenciando a galera.

Ganhamos um kit de boas vindas com vários spams e dois pacotes de amendoim. Além de uma caixa para três garrafas de cerveja que continha o copo oficial do evento.

kit do evento - Foto slow brew brasil

kit do evento – Foto: slow brew brasil

Essa caixa com os copos foi descartada quase que imediatamente por grande parte dos participantes, empilhando logo na entrada. A gente guardou por ser útil na hora de levar cervejas pra casa de amigos, mas causou uma má impressão. Algumas pessoas acharam uma função mais divertida.

Foto: Slow Brew Brasil

Foto: Slow Brew Brasil

 

Mas vamos às cervejas. Meu medo de que não houvesse cerveja suficiente pra todo mundo só sumiu quando o pessoal da Tupiniquim disse ter trazido mais de 1000 litros para o evento. Muito reconfortante.

Aliás, deliciosas as cervejas que a Tupiniquim levou, pena que a Lost In Translation, anunciada no site do Slow Brew não veio. Mas as três cervejas são muito boas.

Saison de Caju me conquistou, vez ou outra voltava ao stand da Tupiniquim pra reabastecer meu copo com ela. Deliciosa e equilibrada.
Anunciação IPA, pelos aromas é uma American IPA, bem cítrica, amargor balanceado com o caramelo dos maltes e ótima drinkability.
A Polimango, uma Double IPA feita em colaboração com a sueca Omnipollo fere os mimimizeiros das ~cervejas de verdade~ já que leva milho (farinha de polenta, por que tem que ser hipster). É uma delícia, o aroma de manga vem da lupulagem que também puxa no maracujá e frutas tropicais.

Nem preciso dizer que gastei grande parte do tempo nesse stand, né? 🙂

Logo do lado estava a Way, que trouxe a maravilhosa Brett IPA. Uma India Pale Ale feita só com leveduras brettanomyces, aquelas belgas usadas para fermentar lambics. Que delícia de cerveja, o equilibrio do aroma dos lúpulos com as nuances das bretta desagradam os marinheiros de primeira viagem.

Falando em desagradar, que tristeza foi ver muita gente descartando cervejas nos lixos ao lado dos stands. Tudo bem que é “open-bar”, mas se não tem certeza se vai gostar da breja, pede uma amostra menor, “um golinho”, jogar fora é sacanagem demais.

Voltando à Way… A Sour-me-not que veio foi a Acerola e não a Graviola, minha favorita. Mas é mais azeda de todas, sour por sour, vamos de porrada. 😀

Migrei pras cervejas da terrinha, Colorado colocou on-tap duas maravilhas, Vixnu Diamantina, com lúpulo Liberty (é o mesmo que eu uso na Capitaine Haddock, minha belgian pale ale) e a Ithaca. Essa Vixnu por mim substituiria a de linha, ficou muito mais gostosa. E a Ithaca, é a Ithaca 😀

No stand da Invicta, a novidade era a Damiana, uma German IPA. Perfumada e de ótima drinkability. Mas pra mim o interessante foi a mudança na receita da Imperial IPA, que ficou com uma carga de lúpulos muito mais interessante que a receita antiga, que não me agradava.

Continuando em Ribeirão, a Lund dividia o stand com a Suméria, da Oliva IPAlito, bem gostosinha por sinal 🙂 E a novidade ali era a Pale Ale. Infelizmente parece que erraram na mão. Uma cerveja sem graça e inexpressiva, principalmente depois passar por cervejas muito melhores.

Acabei não provando a Beerzilla, do Empório Brasilia, também feita na Lund com o Evandro Zanini. Também não passei na Walfänger, esqueci mesmo. E pra fechar as “ribeirãopretanas”, levei pra casa de presente duas garrafas da Decenial, cerveja comemorativa dos 10 anos do Vila Dionísio, bar fodastico de São José do Rio Preto / Ribeirão Preto.

Outra cervejaria que me recebeu muito bem foi a Sauber Beer. Pessoal simpático, divertido e ótimas cervejas. A Pumpkin Ale deles é deliciosa, quase um doce de abóbora da roça, balanceado por uma leve acidez. E a Maria Fumaça é uma rauchbier leve e de ótima drinkability. Não tomei a English Pale Ale por que esqueci.

Quando a fome bateu lembrei que tinhamos direito a 2 porções na compra do ingresso. Mas não havia nada nos spams. De comida, ganhamos os amendoins e um café. Nada de “porção”. Se os amendoins forem as porções é sacanagem DEMAIS! Resolvi não me estressar com isso, já que as cervejas estavam ótimas. Matamos uma porção de coxinhas do Vila Dionísio e continuamos com as cervejas.

Nessa hora o evento tinha enchido bastante e a dificuldade de locomoção do cadeirante temporário aqui comprometeu o divertimento. Acabamos evitando as muvucas e fomos para stands mais vazios.

Aproveitamos que estávamos próximos da Urbana e provamos outra cerveja ótima, a Prima Pode, uma Indian Brown Ale muito gostosa! Sou fã da Urbana desde a época de cerveja de panela. A esposa matou uma Gordelícia, a Urbana favorita dela.

Arrisquei provar a “Puro Malte” da Germânia, que pra quem não conhece é considerada a cerveja com G de genérico, daquelas que vc compra pro churrasco e diz pra todo mundo que é Brahma. Essa cerveja antagonizou com a Polimango, prova cabal de que ser puro malte não significa porra nenhuma.

O evento teve vários probleminhas de organização, sendo o mais comentado deles foi a ausência de água para a galera se hidratar. Na verdade tinha água potável sim, era só ir na área de lavagem de copos e pegar um copão cheio de água da torneira, que é potável sim senhores. Mas parece que o povo queria Perrier ou Evian e acabaram pagando 5 dilmas em um par de garrafinhas que foram envasadas em algum poço artesiano por aí…

De qualquer forma, o que mais me deixou chateado foi a tal da Cervejaria 961, que eu fazia questão de provar, mas nos recebeu com antipatia, um copinho de café com meio dedo de Witbier e uma pequena mancha no evento.

Depois dessa tristeza, ancoramos a cadeira de rodas no stand da Küd e ficamos por ali, jogando conversa fora com os mineiros da cervejaria. Ô galera gente fina.

Infelizmente não consegui passar por todos os stands ou tomar todas as cervejas que eu queria. Das que eu fazia questão acabei não visitando os stands da Peripécia e Ouropretana, mas o custo-benefício valeu muito a pena.

18th Street Brewery.. fique de olho

Publicado: novembro 1, 2014 por effffn em Diário de bordo
Tags:, , ,

Então… a atualização demorou.. mas vem com a atenção e qualidade devida.

10723684_1703415223216154_719637516_n

18th Street Brewery. Já ouviu falar? É, não, mas vai ouvir.
No meio do nada, ou quase, está uma das produtoras de cerveja mais mais dos Estados Unidos hoje.
Do nada não surgiu, mas sim de uma pessoa que além de gente buoníssima e trabalhadora, é talentosa: Drew Fox começou a 18th Street fazendo cervejas no fundo do quintal, depois usando a cervejaria da Pipeworks e Spiteful em Chicago.
Através de um dos vários projetos do KickStarter, Drew conseguiu formar a sua cervejaria.
Hoje premiada como uma das melhores cervejas do outono em Indiana (que nada nada compete com cervejarias como a 3 Floyds), a 18th Street vai ganhar mais do que mercado, reputação no mundo cervejeiro. Lançando cervejas à torto e à direito e vendendo todas em um dia ou dois no máximo na próxima cervejaria significa algo.
Depois de colaborações com Piperworks e Mikkeller, cervejas como a Hunter Vanilla fazem qualquer um ficar não só de boca aberta mas com vontade de tomar mais uns 10 litros da mesma. A cervejaria em Gary, Indiana é pequena, tão quanto o BrewPub conjugado a mesma, com um cardápio modesto mas ótimo. No cardápio de cervejas na parede, do lado esquerdo as cervejas da própria 18th Street ou da sub-empresa de Drew, Sour Note (especializada em Sour Beers), do lado direito “guest beers” como 3 Floyds, Mikkeler ou Indiana City Brewery.

10707236_1535200300049484_1259065272_n
Um rock de muito bom gosto nas caixas, um pouco mais mainstream que o pub da 3 Floyds, mas nada de errado com isso.
E com o Drew lá quase todos os dias, não se acanha nem um pouco em ir conversar com os clientes, perguntar do que acham da cerveja e até levá-los para uma tour na sua cervejaria. De tirar o chapéu não só o talento da pessoa, mas o “hardword” e atitude de não ter medo nenhum de falar com os seus clientes.
Caso visite Chicago, tire um dia para pegar o South Shore Line da Michigan Avenue até a Miller Station e de lá uma pequena caminhada até a 18th Street.

Dia 26/07/14 teremos o aniversário de 1 ano da Cervejaria Júpiter e para bebemorar esta data ela ira organizar o Festival Paulista de Cerveja Artesanal no Butantan Food Park que fica na Rua Agostinho Cantu, 47, e reunirá 20 rótulos de 17 cervejarias do estado de São Paulo.

A entrada é gratuita e os preços das cervejas ficará entre 10 e 15 reais a dose de 300ml e o horário será das 11 às 22 horasQuem for terá a chance de experimentar rótulos, como a Bamberg Alt, Burgman Casanova, Cafuza, Dama ESB e Sauber Pumpkin Ale.

É obvio que a Cervejaria Júpiter levará todos os seus rótulos (APA – medalha de prata no South Beer Cup, IPA e Tânger – Witibier com cascas de tangerina), e fará a estreia da Meia Noite, uma Robust Porter com 6,5% de álcool e maturação em carvalho – Interessante.

Confira a lista de participantes do Festival Paulista de Cerveja Artesanal:

– Júpiter (São Paulo): APA, IPA, Tânger e Meia Noite
– Brotas (Brotas): Weiss
– Dortmund (Serra Negra): Nostradamus
– Invicta (Ribeirão Preto): Saison a Trois
– Cervejaria Premium Paulista (Sto. André): American Wheat
– Blondine (São Paulo): Bad Moose
– Cervejaria Nacional (São Paulo): Curupira
– Urbana (São Paulo): Gordelícia
– Landel (Campinas): Session IPA
– Burgman (Sorocaba): Casanova
– Dama (Piracicaba): ESB
– Colorado (Ribeirão Preto): Indica
– Bamberg (Votorantim): Alt
– Cervejas Sazonais (São Paulo): Cafuza
– Cuesta (Botucatu): Brown Ale
– Suméria (Sto. André): Cambuça
– Sauber (Mogi): Pumpkin

Se estiver em São Paulo, vale a visita para prestigiar a festa!

Easybeer – Um radar de preços de cerveja

Publicado: junho 17, 2014 por Sansquer em Off-topic
Tags:, ,

Copa rolando solta e um dos esportes nacionais mais praticados é assistir à jogos com uma cerveja ao alcance. Entretanto, como bons brasileiros, queremos aproveitar a situação e portanto os preços estão inflados em alguns locais (outros sempre foram caros mesmo). Mas como saber se o mercado da outra esquina vende mais barato?

Pensando nisso foi criado o Easybeer – um App para iPhone (sorry Android e Windows) que onde comprar a cerveja por um preço melhor em uma região.

20140617-084444-31484857.jpg
A ideia é listar o preço das cervejas nos mercados e distribuidores mais próximos de você de maneira colaborativa, onde cada usuário (usando a conta do Facebook) pode entrar com os preços de uma cerveja específica encontrada em um estabelecimento, via api do Foursquare, e o raio de busca fica entre 5km a 30km.

20140617-084153-31313777.jpg
A ideia é boa, mas o sucesso e a utilidade do App depende de quantas pessoas realmente o utilizarem mantendo assim a base atualizada e populada. Além disso, precisa melhorar um pouco a velocidade e a confiabilidade, pois travou algumas vezes durante a atualização.

20140617-084127-31287863.jpg

Resfriador de cerveja portátil

Publicado: maio 31, 2014 por Sansquer em Off-topic, Videos
Tags:,

ALL CANS HAVE THE SAME SHAPED BOTTOM.  THE BEER BLIZZARD FITS THEM ALL.

Antes de continuar, veja se você se encaixa em uma destas categorias, se sim, leia isso por sua conta e risco, pois o negócio aqui é sobre aquela cerveja de churrasco e piscina que todos tomam, mas estão com vergonha de admitir.

Todo mundo sabe que não se põe gelo na cerveja, bem todos menos o pessoal do Outback… mas divago. O ponto é que tomar cerveja quente é uma das piores coisas que você pode fazer na sua vida e não há razão nenhuma que lhe obrigue a fazer isso. Por isso que inventaram um adereço para as latas de creveja para mante-las geladas mais tempo:

porta lata 1porta lata 6porta lata 9

Além disso, existem latas menores que foram feitas justamente para se beber rapido e não deixar que ela esquente, mas que por serem menores, inutilizam os acessórios acima.

Pensando neste problema da humanidade que os americanos Mike Robb e Tom Osbourne inventaram um protótipo de um gelo reutilizável feito de poliuretano termoplástico, mas que se encaixa diretamente no fundo das latas – Excelente ideia!!!!!

USE IT WITH A KOOZIE FOR MAXIMUM C.A.B (COLD ASS BEER)!!!Ele viram que toda lata possui um cavidade no fiundo (que é estrutural, não está ali a toa) e bolaram um gelo reutilizável, como aqueles que vendem na 25 de março, que se encaixa perfeitamente neste local, mantendo a sua lata resfriada por mais tempo. O princípio de funcionamento é simples, congelo o acessório e depois encaixe na lata, e ele inclusive bolaram um porta-lata personalizado onde vc pode encaixar o Beer Blizzard e a lata para maximizar o efeito.

O produto ainda não está em fase de comercialização, mas já conseguiu mais de US$ 26 mil em investimentos por meio do Kickstarter, ultrapassando em muito a meta inicial de US$5.000,00 para o inicio da produção.

A sacada do negócio é fazer com que sua cerveja seja resfriada ao mesmo tempo em que é consumida em volta da piscina, no churrasco ou mesmo assistindo TV.